quinta-feira, maio 25, 2006

Vi-o atravessar a estrada a correr e esconder-se atrás do carro para me pregar um susto. Quando se chegou a mim já eu estava a rir-me e a estragar-lhe o momento.
Disse-me que, naquela noite, tinha cortado tantas couves que até se tinha enganado e estava já a cortar o próprio dedo.
No final disse-me...”tu quando quiseres uma couve é só dizeres-me que eu no dia a seguir trago-ta”. E eu sabia que estava a vontade até para pedir pepinos, tomates, batatas, ervilhas, pêras...E tudo seria tratado à noite. Porque mais ninguém vai cortar couves à noite.
cerebral palsy
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